A maior planta carnívora que existem A maior planta carnívora que existem
Planta carnívora  Saiba tudo duque essa planta e capaz Planta carnívora são plantas com a capacidade de atrair pequeno animais, incluindo insetos (principais presas)... A maior planta carnívora que existem

Planta carnívora 

Saiba tudo duque essa planta e capaz

Planta carnívora são plantas com a capacidade de atrair pequeno animais, incluindo insetos (principais presas) e até mesmo anfíbios, répteis e aves, capturar (através de armadinhas composta por digerir (através de enzima digestivas) e utilizar os nutrientes (principalmente compostos por nitrogenados) d suas presas.

 Habitam geralmente solos pobres, encharcados e ácidos (baixo PH com pouca disponibilidade de nitratos ( essenciais para a síntese da molécula de clorofila) dependendo assim do nitrogênio contido nas proteínas dos animais, mas como todo vegetal, é dependente da energia proveneniente da luz para sobreviver.

Elas são típicas das úmidas florestas da ilha de Bornéu, na Ásia, e se alimentam por meio de um jarro pendurado na extremidade de suas folhas. Mas nem todas as plantas carnívoras atacam do mesmo jeito.

 O modo de captura varia de espécie para espécie – algumas sugam, outras prendem, mordem ou afogam suas vítimas.

 Certas carnívoras são bem gulosas: as Drosophyllum lusitanicum, por exemplo, conseguem grudar em seus pêlos vários insetos de uma só vez.

Planta carnívora 

Já as do gênero Utricularia devoram, em uma única sugada, uma família inteira de microcrustáceos. Merece ainda uma menção honrosa a Dionaea muscipula, também conhecida como “papa-mosca”: ela abocanha insetos distraídos em apenas três décimos de segundo, um recorde.

 Mas não pense que as plantas carnívoras dispensam um cardápio mais calórico. “De vez em quando, pererecas e pequenos pássaros viram prato secundário – não porque são atraídos pela planta, mas porque, ao irem atrás de insetos, eles caem e acabam devorados também”, afirma o biólogo José Maurício Piliackas, da Universidade São Judas Tadeu, em São Paulo.

Na hora do almoço, toda estratégia é válida: como as carnívoras vivem em solos geralmente pobres em nutrientes, elas não podem se dar ao luxo de dispensar comida.